Espiritual, Livros

Jesus, o Maior Líder que já Existiu – Laurie Beth Jones

Este livro vai nos ensinar como os princípios de liderança de Jesus Cristo podem ser aplicados no trabalho e na vida pessoal, gerando crescimento, harmonia e realização.

A força do auto-domínio:

  1. Ele se tornou aquilo que dizia ser. Jesus teve de ir para o deserto para saber quem ele era. A experiência no deserto fazia parte da sua formação e destino assim como faz parte da nossa vida. Precisamos ser testados pelo fogo para também sabermos quem somos. Jesus jamais teve dúvida de sua identidade, ele sabia que era filho de Deus; ele era cheio de autoconhecimento e amor-próprio.
  2. Ele foi fiel à sua missão. Jesus sabia qual era a sua missão e não se desviou dela, era a de ensinar uma forma melhor de vida e apresentar o único caminho.
  3. Ele acreditava em si mesmo. Jesus era confiante e acreditava que seu papel também era o de nutrir os outros; ele afirmava ser a porta e quem entrasse por ela seria salvo, ele era o vinho e o bom pastor.
  4. Ele não dependia da aprovação das pessoas. Jesus buscava a glória de Deus e não o elogio das pessoas; ele possuía âncoras internas.
  5. Ele não desperdiçava sua energia. Jesus tinha clareza sobre sua missão; ele evitava desperdícios de energia e tempo. A bíblia nos diz sobre o pó dos pés e continuar o caminho e não lançar pérolas aos porcos, pois o nosso tempo é o nosso tesouro.
  6. Ele fazia as coisas difíceis. Aquele que é concentrado em cumprir a sua missão com sucesso faz as coisas mesmo sendo difíceis ou sem vontade de fazê-las. Talvez a verdadeira marca de um líder seja seu desejo de ficar sozinho. Jesus também dizia não às pessoas quando necessário, ele também dizia não para si mesmo.  Ele bebeu do cálice do sofrimento que o Pai lhe deu.
  7. Ele demonstrava gratidão. Ela é um elemento chave da liderança; significa um coração aberto, que ouve e contempla as pequenas coisas e é cheio de fé.
  8. Ele assumia a responsabilidade pelo que possuía. Todas as coisas, inclusive a própria vida, são um empréstimo feito a nós. Os líderes consideram os recursos da vida como um empréstimo e não como uma aquisição. Somos herdeiros e deveríamos enxergar as coisas de uma maneira diferente.
  9. Ele não julgava os outros. Jesus conhece o nosso senso de responsabilidade e confiava a cada um de nós nossas próprias escolhas. Os julgamentos nos impedem de avançar e atrapalham o nosso progresso.
  10. Ele expressava seus sentimentos. Jesus se expressava, ele sabia o que sentia e sempre manifestava as suas emoções, nos ensinando a fazer o mesmo.
  11. Ele não se importava de parecer tolo. Jesus não se preocupava. Os líderes também devem estar dispostos a se sacrificar e a assumir riscos.
  12. Ele confiava nos seus instintos. É uma linha tênue discernirmos quando a oposição é um sinal de Deus indicando outro caminho ou se é apenas um teste de coragem. Nesses casos devemos parar e refletir um pouco com calma, pois muitas vezes quando nos sentimos longe da verdade estamos na realidade muito perto dela. Ou quando achamos que estamos no topo podemos estar em perigo.
  13. Ele estava totalmente comprometido com sua causa. Deus nos diz que é melhor ser quente como o fogo ou frio como o gelo, pois Ele lançará fora o morno. O mundo abre caminhos para quem sabe o que quer.
  14. Ele enfrentava seus medos. Jesus lutou contra seus receios, pois sem medo ele não teria sido um exemplo para nós; ele sabia que a melhor maneira de dominar seus temores era seguir em frente. Se esperarmos nossos medos desaparecerem antes de começarmos, jamais começaremos. Esperar o tempo perfeito é uma grande desculpa e uma racionalização para se ficar parado e não fazer nada.
  15. Ele tinha um sentido de destino. Jesus sabia de onde tinha vindo e para onde iria e, mesmo ele não conhecendo todos os detalhes de sua trajetória, ele tinha um sentido de destino sobre sua vida.
  16. Não importa o quanto as flores forem belas, pois o líder estará mais apto a gastar seu tempo selecionando e plantando as sementes.
  17. Ele não menosprezava as pequenas coisas. Às vezes somos perseguidos por um sentimento de que somente as coisas grandes é que contam, mas Jesus dava valor às pequenas coisas.

A força da ação:

  1. Ele enxergava vida em tudo/ele agia. A perspectiva de Jesus de que tudo estava vivo tornava os problemas aparentemente difíceis muito mais fáceis, pois aos seus olhos tudo era cheio de vida e de possibilidades. Ele acreditava que até o Calvário era o retorno a outra forma de vida. Jesus veio para criar novas formas de pensamento. Depressão é simplesmente energia em busca de liberdade.
  2. Ele tinha um plano e uma equipe. Jesus tinha um plano e deu instruções aos seus seguidores sobre como poderiam atingir os resultados desejados. O único sentido de motivar os outros seria para lhes dar uma saída construtiva para sua energia. As pessoas eram atraídas por Jesus e ele para elas, pois até ele sabia que não poderia mudar o mundo sozinho. Jesus via além da percepção comum, pois o verdadeiro líder vê as coisas como elas podem e devem ser e trabalha para torna-las realidade.
  3. Ele rompia barreiras. Jesus fazia acontecer e se afastava de tudo o que considerava errado e injusto para ajudar os homens a descobrirem a verdadeira liberdade. Quase todos os líderes da bíblia tiveram dúvidas em algum momento e se sentiram desqualificados, abandonados ou desamparados, mas a paixão gerava a força para realizarem suas missões.
  4. Ele ampliava os seus limites. Deus sempre está nos chamando para levantar os olhos e ver todas as possibilidades ao nosso redor, sacudir a poeira dos pés e prosseguirmos, pois há sempre mais nos esperando do que podemos ver. Jesus provocava um grande impacto na vida das pessoas com seus feitos, pois ele tomava posse de sua autoridade.
  5. Ele estava disposto a agir. Um líder deve estar tão comprometido com um projeto a ponto de desejar enfrentar os obstáculos. Mesmo quando Jesus foi traído, ele não fracassou, mas absorveu o golpe e prosseguiu. Ele estava disposto a realizar seus planos com ou sem ajuda. Ninguém pode te oprimir ou deter, a menos que você decida não se levantar de novo.
  6. Ele dava um passo de cada vez. A tentação de fazer tudo perfeito e de uma vez nos leva à procrastinação, à inatividade ou à paralisia total. Os líderes são constantemente jogados em águas profundas, pois a liderança não vem com um mapa detalhado somente com um senso genérico de direção. Mesmo Jesus cm toda a clareza que tinha sobre a sua missão recebia suas instruções diariamente. Num dia a ordem era esperar e no outro seguir.
  7. Ele servia apenas o melhor vinho. Jesus não guardava um pouco de si para depois, mas ele se dava por inteiro. Talvez por saber que não estaria aqui por muito tempo, ele tenha servido o melhor vinho primeiro e despejava o melhor de si sobre quem encontrava.
  8. Ele mudou a unidade de medida. Jesus mudou a unidade de medida de santidade e das exigências para nos achegarmos à presença de Deus e de como medimos o crescimento e o valor da raça humana. Devemos mudar a forma como medimos o sucesso, o nosso progresso e de como medimos a nós mesmos.
  9. Ele se importava com os outros. Nenhuma relação pode sobreviver quando não há intimidade. Deus deseja ter uma relação intensa de amor com cada um de nós. Jesus disse que se fizermos pelos outros, estaremos fazendo por ele.
  10. Ele dizia “por que não eu?”. Esse é um ingrediente-chave de liderança e de maturidade. Deus é muito maior do que nossa compreensão do bem e do mal e o desejo de se comprometer com qualquer coisa que Deus queira é uma das marcas da liderança espiritual.
  11. Ele sabia o momento de se desapegar das coisas. Depois de uma vida de preparação e de somente 3 anos de implementação e de treinamento, ele teve de se desapegar de sua missão. Deus tenta nos dizer que às vezes agarrar o prêmio pode nos fazer perder o equilíbrio e cair no poço. Ele nos mostra o momento de deixar as coisas irem e quando elas se acabam.
  12. Ele estava acima de tudo. Os líderes precisam ser capazes de fica por cima de problemas pessoais e de ego se quiserem realizar algo de valor. Jesus mantinha sempre uma perspectiva celestial, ele estava nesse mundo, mas não era deste mundo.
  13. Ele veio para ser uma benção. Jesus veio para abençoar, curar, trazer vida de forma abundante; tornar reto os lugares tortuosos, acabar com as nossas lágrimas e nossos medos. A sabedoria é uma árvore de vida para os que a alcançam e felizes são todos os que a retêm.
  14. Ele era especialista em mudar coisas. Jesus veio para criar uma nova mentalidade e gerar mudança. Arrepender-se significa mudar e cada um de nós é chamado para ser especialista em mudanças. Cada um de nós tem dentro de si a força de mudar as coisas, pois Jesus é o nosso instrutor.
  15. Ele sabia que não estava só. Jesus tinha um senso de companheirismo com a fonte divina de seu ser; uma fonte que não só o conhecia intimamente como também cuidava dele. Era seu desejo agradar ao Pai em tudo o que fazia.

A força das relações:

  1. Ele dava às pessoas uma visão maior. Jesus ensinou aos seus discípulos a pescar gente e a beber da água da fonte da vida eterna. Ele mostrava ao seu grupo o significado do que eles estavam fazendo e sobre o chamado de cada um, os ensinando que assim estariam melhorando a vida das pessoas e trabalhando por algo além de si mesmos.
  2. Ele estava aberto às pessoas. Jesus encorajava as pessoas a pedirem coisas e a serem específicas em seus pedidos. Parece haver um desejo divino para uma ação criativa cooperativa entre Deus e a humanidade.
  3. Ele era transparente. Jesus não escondia suas lágrimas e medos, ele era transparente com o seu povo. Compartilhar nos aproxima dos outros e, quanto mais formos vistos como iguais, mais os outros vão gostar de nós.
  4. Ele acreditava na sua equipe. Jesus tinha de acreditar em seu grupo, pois estas eram as pessoas que ele tinha escolhido para andarem ao seu lado. Ele tentava enxergar o melhor de cada uma delas, mesmo quando havia evidências contrárias. Ele traçou um ideal de grandeza para eles e eles corresponderam, pois eles entenderam que alguém acreditava verdadeiramente neles.
  5. Ele definia as recompensas do trabalho. Jesus comparou o Reino de Deus a um comerciante que vive à procura de pérolas preciosas e vende tudo o que tem para comprá-las. As pessoas só renunciarão àquilo a que estão acostumadas quando perceberem que há algo melhor.
  6. Ele perdoava. Jesus perdoou Pedro quando ele o negou por 3 vezes. O perdão é invisível em seu poder, mas profundo em seus efeitos. Jesus é o símbolo máximo do perdão e continuava a dar chances para aqueles que os seguiam.
  7. Ele tratava todos como iguais. Jesus demonstrava respeito e aceitava as pessoas como elas eram. Ele entendeu que elas queriam ser melhores, queriam tentar mais e fazer o que era bom e correto. Ter o respeito de Jesus lhes dava poder.
  8. Ele educava. A missão de Jesus era pregar e ensinar, mas ele sabia que precisávamos de uma nova mente e de um coração novo a fim de podermos recebê-la.
  9. Ele dava o exemplo. O poder do exemplo é bem maior do que o das palavras. Devemos gostar daquilo que estamos semeando porque será o que iremos colher.
  10. Ele fazia as pessoas se comprometerem. Jesus não só inspirava os outros, mas os recrutava; ele não só motivava as pessoas, mas fazia com que elas se comprometessem. Quem é que nós vamos seguir se só ele tem as palavras que dão a vida eterna?
  11. Ele tinha compaixão. Jesus queria mostrar às pessoas como elas eram amadas e podia sentir as suas dores. Quando perdemos a compaixão perdemos nossas almas.
  12. Ele servia à sua equipe. Na figura de Jesus, Deus está oferecendo servir-nos. A mentalidade do Velho Testamento era a de que a humanidade estava em dívida com Deus e precisava encontrar formas de agradá-lo. E, então, chega um homem alegando ser o próprio filho de Deus e pergunta às pessoas o que elas gostariam que ele fizesse por elas. Portanto, Deus também pode nos servir. Amar é servir e Deus é amor; o símbolo do amor é um círculo e o verdadeiro serviço inspira o serviço, completando assim o círculo.
  13. Ele amava as pessoas. Jesus veio para mostrar às pessoas como elas deveriam amar umas às outras. Jesus veio para mostrar às pessoas como elas deveriam amar umas às outras. Como ele via o melhor em nós, ele conseguia lidar com o pior da nossa natureza. Ele sabia que com a ajuda divina e com a nossa vontade, tudo poderia ser feito corretamente. Ele foi um grande negociador ao nosso favor, mesmo quando as pessoas queriam pregá-lo na cruz. Ele sabia que deixaríamos Deus realmente orgulhoso.

Deixe um comentário